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  • Epifania: Como Tudo Começou


    360° foi isso que a minha vida fez quando te conheci.  Ela deu uma volta completa. E para piorar nada voltou a ser como deveria, ou como o modelo que eu conhecia. Digo modelo, pois é nisso que se baseia a nossa vida, certo?

    Às vezes me pergunto exatamente como isso aconteceu. Se foi quando você me pagou um sorvete para ser cavalheiro ou se foi quando você confiou em mim o suficiente para me contar sua primeira decepção amorosa. Mas quer saber, acho que isso veio de uma forma que surpreendeu tanto a mim quanto a você.

    Veio através das conversas leves que nos tínhamos, da forma descontraída que nos falávamos. Dos elogios que você me fez, e que fique bem claro aqui, estes elogio foram feitos por pura amizade. Veio sorrateiro pela maneira que comecei por um milagre a te observar... Observei aquela sua mania de coçar a ponta do nariz por nervosismo, observei como você gostava de olhar o céu principalmente quando o sol está se pondo. E depois das observações vieram os sentimentos. Senti que eu gostava do sentir seu cheio (ele me passava segurança), senti que eu sentia a sua falta de várias maneiras (principalmente quando passávamos mais de um minuto sem trocar uma mensagem, isso era torturante), e o mais importante senti falta do seu abraço.... Sei que vou parecer boba e romântica demais falando assim, mas sinto falta de seus braços em torno de mim, sinto falta dos seus músculos me apertando de leve, sinto falta de ser tão sua quando isso acontece (mas se quer saber vou escrever um texto só para descrever seu abraço um dia desses, porque ele é muito especial para mim).

    E por fim (digo por fim porque até que em fim resolvi terminar), veio o amor, não esse amor melado que as pessoas costumam falar, veio o respeito, a amizade, a confiança e acima de tudo, veio a preocupação um pelo outro, veio a confidência e tudo de bom que se pode ter com uma pessoa especial, e esse conjunto se tornou o meu amor.

    Não pense você que com este texto estou te isentando das coisas que eu não gosto que você faz (tipo quando enfia a mão no meu cabelo e ele fica mais bagunçado do que já é). Estou dizendo que vendo em uma lupa tudo isso, eu por fim consigo sem esforço deixar de lado tudo que me incomoda  e que eu não gosto em você. E dizer que eu gosto de você assim, do seu jeitinho, sem edição e sem revisão de preferência, cheio de defeitos, pois acho que foram justamente seus defeitos que fizeram com que eu me apaixonasse.


    Natalia Viana tem 20 anos e mora em Mogi das Cruzes. Leitora compulsiva de todos os tipos de livros, e claro, adora ler blogs. Ama escrever e é autora do blog Sai do Livro Alice.


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